quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Michael e sua Suzuki


" Michael e sua Suzuki"

Antes de Michael se apresentar na sua Bad Tour em Roma (Itália) o diretor da Suzuki Race Team , Gary Taylor ouviu falar que Michael era um fã da motocicleta Suzuki RG500. Gary enviou uma dessas motocicletas por avião para a Itália e que foi entregue para Michael como um presente, em 22 de Maio de 1988. A moto estava com as cores da equipe de corrida da Suzuki, que era patrocinada pela Pepsi .

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

O Brasil te faz tão bem



Michael, o Brasil te faz tão bem…
Por que, diabos, você não veio morar no Brasil?
Aqui em Minas, tem pão de queijo, tem queijo minas.
Aqui tem cachoeira, tem natureza.
Aqui tem um sorriso amigo, Michael, um povo pacato, um povo bonito.
Michael, por que, raios, você não veio morar no Brasil?
O Brasil te faz tão bem,
Michael… As belezas que aqui residem seriam mais belas com teu lindo rosto.
Com sua voz pra ninar os pássaros, que na manhã seguinte, fazem dueto contigo.
Michael, o Brasil te faz tão bem, menino…
O Brasil também se rasgaria por você, e você não precisaria se preocupar,
porque dizem aí fora, que somos os fãs mais calorosos e mais amáveis do mundo.
O Brasil é parte seu, Michael, o Brasil te faz tão bem…
O Olodum combina contigo.
E as estrelas do Cruzeiro do Sul, brilhantes e cintilantes, elas brilhariam mais, pra te iluminar.
E o frio, lá do Sul, seria menos rigoroso ao te ver passar.
E o Sol, ah, o Sol! Ele iria sorrir, com certeza.
Iria se aconchegar no calor da tua dança e as gotas de chuva refrescariam teu corpo e lavariam-te a alma…
Seria como um estrangeiro no Brasil.
Não, Michael, o Brasil te faz tão bem…
Tão bem que nem em pensamento te faria algum mal.
Porque aqui, Michael, aqui no Brasil, tudo é tão simples…
Como cada nota que você alcança…
Tudo é natural.
Você é um pouco de Brasil, Michael.
E o Brasil? É um pouco de você também.
Ah, Michael, o Brasil te faz tão bem!
Fonte:http://poemasparamichaeljackson.wordpress.com/

Madonna fala sobre Michael Jackson



Madonna - Setembro/2009

Michael Jackson nasceu em agosto de 1958, e eu também. Michael Jackson cresceu no subúrbio do Meio-Oeste, e eu também. Michael Jackson teve oito irmãos e irmãs - e eu também. Quando Michael Jackson tinha 6 anos, ele se tornou um superstar e talvez a criança mais adorada do mundo. Quando eu tinha 6 anos, minha mãe morreu.

Eu não tive mãe, mas ele nunca teve infância. E, quando você nunca teve algo, você se torna obcecado por isso. Eu passei minha infância buscando a imagem de minha mãe; e às vezes até conseguia. Mas como você faz para recriar sua infância quando você está sob os olhares do mundo para o resto de sua vida?

Não há dúvidas de que Michael Jackson foi um dos maiores talentos que este mundo já teve a chance de conhecer. De que quando ele cantava uma música aos 8 anos de idade, ele era capaz de fazer com que você sentisse como se um adulto estivesse apertando seu coração com suas palavras. De que o modo como ele dançava tinha a mesma elegância de Fred Astaire e o mesmo impacto de um soco de Muhammad Ali. De que sua música possuía uma camada extra de magia inexplicável, que não só fazia você querer dançar, mas que na realidade conseguia fazer você acreditar que era capaz de voar, de ousar sonhar, de ser tudo o que quisesse ser. Porque é isso que os heróis fazem. E Michael Jackson foi um herói.

Ele se apresentou em estádios de futebol ao redor do mundo, vendeu centenas de milhões de discos, jantou com primeiros-ministros e presidentes. As garotas se apaixonavam por ele, os garotos se apaixonavam por ele, todos queriam dançar como ele. Ele parecia ser de outro mundo, mas ele era também um ser humano. Assim como a maioria dos artistas, ele era tímido e inseguro.

Não posso dizer que éramos grandes amigos, mas em 1991 eu decidi que queria conhecê-lo melhor. Convidei-o para jantar. Eu disse, ‘O convite é meu, eu dirijo, só você e eu’. Ele concordou e apareceu na minha casa sem qualquer guarda-costas. Fomos até o restaurante no meu carro. Estava escuro, mas mesmo assim ele usava óculos escuros. Eu disse, ‘Michael, me sinto como se estivesse conversando com uma limusine. Será que você poderia tirar esses óculos para que eu possa ver seus olhos?’. Ele ficou parado por alguns instantes, e então atirou seus óculos pela janela, olhou para mim sorrindo, piscou e disse, ‘Consegue me ver agora? Melhor assim?’.

Naquele momento fui capaz de enxergar tanto sua vulnerabilidade quanto seu charme. Passei o resto do jantar tentando convencê-lo a comer batata frita, beber vinho, comer sobremesa e dizer palavrões, coisas que ele parecia jamais se permitira fazer. Mais tarde, voltamos para minha casa para assistir filme e ficamos sentados no sofá feito duas crianças. Em algum momento do filme, sua mão segurou a minha. Ele parecia estar procurando uma pessoa amiga e não um romance e fiquei feliz por estar ali. E naquele instante ele não se sentiu um superstar, ele se sentiu um ser humano. Nós saímos juntos mais algumas vezes e, por algum motivo, perdemos o contato.

Foi então que começou uma verdadeira ‘caça às bruxas’ na vida de Michael, com uma história surgindo após a outra. Eu senti a dor dele. Eu sei como é andar na rua e sentir como se o mundo todo estivesse contra você. Eu sei como é se sentir desamparado e incapaz de se defender, porque o barulho é tão alto que você se convence de que sua voz jamais será ouvida. Mas eu tive uma infância, e tive a chance de cometer erros e de descobrir meu caminho no mundo sem a luz dos holofotes.

Quando soube da morte de Michael Jackson eu estava em Londres, alguns dias antes do início da minha turnê. Michael ia se apresentar no mesmo local que eu, uma semana depois. Naquele instante, só consegui pensar que eu o havia abandonado. Que nós o havíamos abandonado. Que havíamos permitido que aquela criatura magnífica, que um dia agitou o mundo, caísse enquanto tentava construir uma família e reconstruir sua carreira. Estávamos ocupados demais fazendo julgamento. A maioria de nós lhe deu as costas.

Em uma tentativa desesperada de manter sua memória viva, fui para a internet assistir alguns de seus vídeos em que ele aparecia cantando e dançando na TV e nos palcos e pensei: ‘Meu Deus, ele era tão único, tão original, tão raro. E jamais haverá alguém como ele novamente’. Ele era um rei. Mas ele também era um ser humano. E nós as vezes precisamos perder algo para aprender a dar valor.

Quero concluir de forma positiva, e dizer que meus filhos de 9 e 4 anos são obcecados por Michael Jackson. Eles o imitam com os passos ‘moonwalker’ e colocando a mão na virilha, e parece que há uma nova geração descobrindo sua genialidade e trazendo-o de volta à vida. Espero que, onde quer que Michael esteja agora, ele esteja sorrindo a respeito disso.

Sim sim, Michael Jackson era um ser humano, mas ele era sim um rei. Vida longa ao Rei.








Fonte: http://forevermichaeljackson.blogspot.com.br/

A magia...


Muitas vezes, em entrevistas realizadas com ele e, em alguns de seus escritos, Michael Jackson descreve coisas que ele acha incrível como "magia". Era uma palavra que Michael usou muitas vezes em entrevistas para descrever algo, seja música, animação ou uma noite estrelada, o que sentia era realmente especial. Ele sempre dizia que amava a criar a "magia" e pareceu admirado com as coisas ao seu redor que passam despercebidas por nós.

Em uma entrevista feita com ele depois do sucesso de "Thriller", ele menciona o seu amor pelo ar livre e o ar livre que vem à noite e a emoção só de olhar as estrelas.

Michael tinha um incrível dom de ser capaz de ver a "magia" em tudo. Isso me fez pensar muito em como a vida seria mais preciosa se nós aproveitássemos o tempo para desfrutar de cada momento e ver as coisas com intensidade, curiosidade e admiração como ele viu.

Todo o pôr e nascer do sol, todos os pássaros cantando suas próprias canção tão lindas. As gotas de orvalho e chuva, a beleza das flores na primavera. A trituração das folhas debaixo dos nossos pés enquanto caminhamos no ar frio de outono, batata frita, o perfume das flores, frutas doces, a risada inocente de uma criança. Ser capaz de deleitar-se de barriga pra cima e ver a beleza nas cores marcantes em cada peça de arte na própria natureza. Todos nós precisamos para por um momento e ver em todo nosso redor a beleza de Deus, como Michael fez. Todos nós poderíamos usar mais esse dom infantil e saber "olhar" e "ver" quando se olha para o mundo.

Michael era um gênio musical, o maior artista que já vimos, um dançarino incrível, um inventor e humanitário, e o mais importante, um ser humano.


Ele nos emocionou com seu talento, ele nos mostrou como o amor e um espírito gentil poderia ajudar a mudar o mundo. Ele preocupou-se e ajudou instituições a cuidar das crianças. Ele deu o seu tempo e dinheiro para causas beneficentes. Ele usou os seus dons e talentos que Deus lhe deu, não só para entreter e cativar, mas para realmente fazer a diferença neste mundo.

        Michael era, na verdade, a magia.


Fonte: http://forevermichaeljackson.blogspot.com.br/

Vou te pedir de presente


Vou pedir você ao Papai Noel
Vou te desejar de aniversário
E pra cada estrela cadente,
Quem sabe ela não me atende?
Peço você de presente
“É aquele menino que quero!”
Que ele tenha seus olhos, espero
Que tenha sua voz doce, imploro
Cabelos compridos e cacheados
E se não tiver seus lábios carnudos, que desaforo
Se ele não tiver suas grandes mãos, eu devolvo,
Vou pedir pra que use chapéus, isso eu resolvo
Que tenha personalidade forte, e, por sorte ele vai dançar e cantar
Vou pedir você no Natal, já escrevi minha carta
Que mal faz, se ter você tão longe já não me basta?
“Mãe, vem cá ver! É ele, é esse o menino que vou querer!”

Fonte: http://poemasparamichaeljackson.wordpress.com/2011/11/17/vou-te-pedir-de-presente/

Eu não posso imaginar o Natal sem ” Michael Jackson”


Eu pensei em alguma coisa para dizer hoje á vocês meus amigos e todos os leitores deste Blog e posso dizer abertamente á vocês e alguns que sabem um pouco de mim .. Sinceramente ando sem inspiração .
O ‘autor’ dela sempre estará me doando de graça a arte de falar dele ou sobre , acontece é eu mesma que não estou  num momento bom .Eu agradeço primeiramente á Deus por ter me dado você na minha vida Michael e pelos sentimentos bons que se plantou em mim por tua causa , te agradeço por pessoas maravilhosas que me acerquei por tua causa.Obrigado obrigado
Mas somente me veio esta frase de Liz Taylor na mente e meu no coração senti toda  a verdade contida nela , eu vivo esta realidade  e muitos leitores deste Blog também .
Eu não posso imaginar o Natal sem ” Michael Jackson” , nem ”Michael Jackson” sem o Natal - Elizabeth Taylor

Transei contigo


Imagem
Tudo foi real e não apenas um sonho meu
Realizei um desejo que tanto sonhei um dia
A minha boca ficou colada aos lábios seus
No meu corpo o calor do seu amor ardia
Sua pele exalando um perfume no ar
Entre beijos e abraços loucamente te amei
Imensa paixão difícil até de se explicar
Carinhos mútuos de baixo do cobertor
O momento mais lindo de intenso prazer
Nada se comparava ao nosso amor
Tudo o que importava mesmo era eu e você
I ainda o gosto doce do seu sabor
Guardo comigo sem ninguém saber
O sol amou com a lua sem nenhum pudor
Acróstico  de Miranda de Moura
Fonte: http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=9067316201841880711#editor/target=post;postID=3477845133968784176

Michael em Manila - Natal com os órfãos 1996




Por Gen. J. Cariño (The Philippine Star Hotel) Manila Hotel em 7 de dezembro de 1996. Michael aparece entregando um saco de presentes a um menino órfão no Natal, durante a festa realizada no Hotel Manila.

MANILA, Filipinas - Quando eu era um oficial de relações públicas no Manila Hotel, fui designado para chefiar a anual festa 'Orphan's Christmas Party', onde 300 crianças de orfanatos diferentes se reúnem no teatro próximo ao Metro Manila, e são brindadas com um dia de diversão e surpresas.

Foi um dos maiores projetos que eu fiz e foi um desafio para me concentrar no trabalho, na véspera do grande evento, sabendo que Michael Jackson estava hospedado no hotel, para fazer um show na cidade. Duas noites antes, eu tive a sorte de fazer parte de sua linha de boas vindas ao lobby do hotel, juntamente com o resto do pessoal de vendas, mas foi o suficiente para vê-lo passar. Um dia antes, um cara que disse ser assessor de Michael Jackson - da Mamarao Productions, chegou ao meu escritório e ele olhou para o "responsável" e disse que seu 'chefe' tinha lido o anúncio sobre o evento nos panfletos que tínhamos distribuído a todos os quartos, uma semana antes.

Michael queria saber como ele poderia ajudar na festa. Seu ajudante foi até o escritório diversas vezes, e depois demos as nossas sugestões. Michael então se ofereceu para encher os 300 sacos de presentes com guloseimas e brinquedos, doces e chocolates. Mas, mesmo tendo cerca de 50 patrocinadores, eram realmente um problema para nós, termos que encher todos aqueles sacos de presentes. Então eu pensei - difícil ? ... como pode o Rei do Pop juntar-se a nós para resolver essa questão?

E já que o evento anual foi realmente feito apenas sobre doações, juntei toda a minha coragem e disse para o assistente de Michael, que a melhor coisa que eu conseguia pensar era que Michael, literalmente, poderia estar presente para ajudar a distribuir sacos, dar autógrafos e posar com as crianças para fotos. "Uau, isso pode não ser fácil. Você está falando sobre a entrega para 300 crianças e eu posso apenas imaginar o caos. Mas Michael foi irredutível - “Eu quero ajudar”!"

Foi só depois de cinco horas que o assessor de Michael voltou e disse: "Michael é mais do que feliz em fazer o que você sugeriu. Como vamos fazer sobre isso amanhã? “

Eu queria gritar de emoção com aquelas palavras. Eu tive que me acalmar e recuperar a compostura e disse: "Caia na real, vamos voltar ao foco." Nós concordamos que Michael iria participar após os jogos, programação musical e lanches, e na última parte ele iria dar os sacos de presentes, que ele mesmo havia montado. Meu colega Annette solicitou pessoal para aumentar a segurança em todo o jardim onde decidimos distribuir os presentes. Temos a certeza que as crianças formavam uma fila ordenada.

Foi no Jardim Champagne em 7 de dezembro de 1996. Fiquei surpreso ao vê-lo caminhando calmamente em nossa direção, guiado por seu assessor e Michael veio até mim, porque eu tinha que falar com ele. -"Olá, como estás? Muito obrigado por me deixar participar de sua festa, eu serei rápido, mas eu não queria perder o programa." Eu disse: "Você está brincando?

Agradecimentos, você está me agradecendo ? Aqui está o que Michael fez, apenas sentou e assistiu os números musicais, antes de entrarmos na doação dos presentes. Ele respondeu: "Claro, qualquer coisa que você dizer ... (pausa para olhar para o meu crachá) Gwen!"

Fiquei espantado com a forma incrivelmente doce e modesto que ele era. E na minha mente pensava: "Oh meu Deus, isso realmente está acontecendo!" Foi incrível como ele pacientemente ficou sentado e assistindo a todo o programa. Mais tarde, seus cantores e bailarinos surgiram no palco, seguidos por crianças dos orfanatos e dançaram ao som de Billie Jean. Ah, o sorriso no rosto de Michael, foi simplesmente fantástico.

Em seguida, anunciamos que Michael estaria distribuindo presentes no palco. Expliquei-lhe que havia um saco de presentes para os menores mais novos e outros para os mais velhos e Michael sorriu e assentiu com a cabeça. A emoção que isso deu à essas crianças, foi incrivelmente comovente. Foi entre a distribuição dos sacos, que eu pego um vislumbre do MJ, não como um artista mas como 'pessoa'.

Era uma da tarde. Papai Noel estava conosco. O calor era sufocante e eu estava preocupado que Michael se sentia tão quente, com seu traje preto de mangas compridas e chapéu.

- "Você está bem Michael ? Podemos deixá-lo fazer uma pausa", perguntei. Ele disse, "eu sou cool Gwen. Imagine como Papai Noel se sente dentro de seu terno de veludo e barba. Nós vamos ficar bem." Nunca ouvi ele queixar-se ou dizer uma palavra sobre como era quente o local ou quanto tempo a fila de crianças demoraria. Ele tinha as maneiras mais simpáticas e bonitas. Ele nem sequer pediu uma bebida ou uma toalha para enxugar o suor, mas um dos nossos funcionários do banquete teve a ideia de trazer um copo de suco de laranja fresco.

Uma hora se passou e nós estávamos no meio dos presentes quando percebemos que o jardim estava ficando cheio. De repente, havia gente da mídia, políticos, funcionários e hóspedes do hotel, incluindo aqueles de uma recepção de casamento no Champagne Room, que abandonaram a festa e os recém-casados, só para ter um vislumbre do rei do pop. "Oh, isto não é possível, eu sinto muito", disse. Então Michael sorriu e virou-se para um hóspede dizendo: -"Está tudo bem, vamos começar com ele"

Quando acabamos dando um saco para um órfão de 11 anos de idade, uma nova fila de mais crianças e adultos se formou. O guarda-costas de Michael, Wayne, disse: -"Podemos sair agora senhor ?". Michael respondeu calmamente: -"Não podemos sair agora que ainda há pessoas na fila. Hey ! É Natal, cara. " Senti meu coração bater mais rápido e os cabelos em meus braços arrepiados. Eu acabara de saber que ele não era apenas o artista mais eletrizante do mundo, mas a pessoa mais generosa.

Um dos momentos mais memoráveis foi quando uma senhora veio até ele para pedir um autógrafo. Rindo e com a mão segurando a barriga, ele disse: -"Ei Gwen, você tem que ver isso. Ele sussurrou: "É um cheque em branco. A senhora está me fazendo assinar um cheque em branco ". Nós rimos muito e pouco sabíamos que não era nem a metade da comédia. Mais tarde, ele mostrou-me coisas e pessoas atrás de Wayne pegando qualquer coisa no chão porque eles não encontravam nenhum papel para ele assinar.

Uma senhora fez Michael assinar na parte de trás de seu vestido elegante. Um adolescente veio até ele, segurando uma folha seca e outra, um balão estourado. Imagine como foi o nosso riso nesse caso também. Michael sorria de maneira tímida, mas se divertia com a situação. Foi uma experiência surpreendente e genuína.

Em um momento ele perguntou se eu iria vê-lo no seu concerto History e eu disse: "Só amanhã à noite." - "Oh, você vai ver uma explosão!" Michael me disse. Nesse ponto, ele ficou preocupado com a fase que os adultos deixaram em desvantagem as crianças. Seu rosto tinha um nervosismo escrito, mas ele ainda assim não reclamou. Ele bateu no chão de madeira com o pé várias vezes, certificando-se que era resistente o suficiente para não cair. "Eu experimentei um acidente no palco e eu só quero ter certeza que estamos todos seguros aqui", explicou.

Metade de mim queria que a fila terminasse, porque estávamos literalmente derretendo e preocupados com nossa segurança, mas metade de mim não, sabendo que, uma vez que a fila acabasse, Michael iria embora. Em algum momento a fila chegou ao fim. Eu consegui um autógrafo para minhas irmãs quando Cesar Sarino, um dos funcionários do hotel, dirigiu a sua nota de agradecimento ao rei do pop.

Então eu vi os seus guardas e auxiliares levarem Michael para fora do palco. Eu disse na minha mente: "Oh homem, eu nem sequer tive a chance de dizer adeus." De repente, eu vi Michael voltar ao palco e dizer: -"Muito obrigado a você e sua equipe, Gwen." Isso realmente significou muito pra mim.



Fonte: http://michaeljacksoniloveyoumost.blogspot.com.br/2011/11/michael-em-manila-natal-com-os-orfaos.html

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Matando a Saudade - JACKSON 5

I Wanna Be Where You Are 


Girl, Don't Take Your Love From Me 



In Our Small Way



Got to Be There 



Rockin' Robin


Wings Of My Love


Maria (You Were The Only One)



Love Is Here and Now You're Gone 



You've Got A Friend 

Cada caminho que você toma, você está deixando seu legado.

Em 1988, Michael Jackson visitou o parque de diversões Liseberg na Súécia durante a Bad World Tour.O parque foi fechado para Michael e sua equipe de aproximadamente 100 pessoas. Na ocasião, o Rei do Pop deixou a sua marca no lugar:


Fonte: http://minhavidamovidaamichaeljackson.blogspot.com.br

Foi uma verdadeira honra conhecer Michael Jackson por T-Pain

T-Pain e Michael Jackson
Eu tive o prazer de conhecer Michael Jackson e posso dizer que essa foi uma experiência incrível. Eu estava em Los Angeles e nós recebemos um telefonema do advogado de Michael e seu amigo Peter Lopez (Que descansem em paz) e ele me disse:
“Ei, cara, Michael quer conhecê-lo.”
Eu fiquei encantado, não sabia o que fazer. Eu me perguntava: “Por que ele quer me conhecer?”. Me senti honrado. Então, nesse dia fomos à sua casa durante a tarde. Entramos e fomos para uma das salas que parecia um VERDADEIRO cassino. Ele tinha todas as máquinas de caça-níqueis, mesas de blackjack iguais às do cassino Sahara, de Las Vegas. Foi a coisa mais impressionante que já vi.
O mordomo entrou e falou: “Ei, Michael quer se encontrar com você na sala do ouro.”. Assim, caminhamos para a outra sala e não havia nada em todo o lugar que não fosse ouro! As molduras, os sofás… Ele tinha moedas de ouro sobre a mesa, foi uma loucura! Nós conversamos por horas, tínhamos muito em comum, até o amor pelos quadrinhos! Ele também me disse que sua música favorita era “Bartender”, o que foi muito engraçado.
Mas a parte mais louca aconteceu no meio da conversa, dava pra ouvir os ônibus de turismo do lado de fora, as pessoas no microfone dizendo “Ei, pessoal, esta é a casa de Michael Jackson”. Michael me disse: “Isso é loucura, e acontece todos os dias. As pessoas não vão me deixar em paz. Eu não posso nem sair no meu quintal”. Posso dizer que ele não gostava daquilo. Era muita pressão.
Nós terminamos o encontro com um várias ideias legais, planejando ir ao estúdio para gravarmos algumas músicas, o que nunca aconteceu. Eu queria muito que acontecesse. Foi realmente uma honra conhecer o maior artista do mundo e é um dia que eu vou estimar pelo resto da minha vida. Michael e Peter, obrigado pela lembrança.

Lembranças de Todd


Em 1984, Michael me mostrou o seu cinema particular recém-terminado, com cadeiras de veludo vermelho. Eu achei que seu suéter azul dava um belo contraste com o vermelho escuro das cadeiras, e lhe pedi para se sentar e fingir que estava assistindo a um filme. “Que filme?”, ele perguntou. Eu disse: “Não importa. Qualquer filme que você quiser”, mas Michael insistiu: “Todd, você tem que me dizer que filme eu deveria estar vendo se você quiser uma boa pose de mim”. “Ok, Michael. Que tal uma comédia de Charlie Chaplin?”, eu sugeri. “Qual?” Michael me perguntou de novo. “Ele fez tantas, você sabe…”. Me deu um branco, mas, felizmente, meu assistente gritou, “Modern Times”, Michael respondeu: “OK, qual parte?”. Exasperado, eu disse: “Michael, é uma comédia, é só você rir!”. Já estava ficando tarde e estávamos todos cansados, mas Michael estava se divertindo com tudo isso. “Bem”, começou ele, “se você quer que eu ria, então você tem que me contar uma piada. Mas você disse que queria que eu agisse como se estivesse assistindo a um filme. O que é que você quer?”. Finalmente, desisti e fiz uma cara de palhaço bobo, que o fez rir muito!
Observação: Todd Gray foi o fotógrafo oficial de Michael por, aproximadamente, 10 anos.

Michael um brincalhão ,um piadista – por Todd Gray


Todd Gray fotografo de Michael Jackson há mais de 10 anos conta algumas de suas experiencias com o Rei do Pop .
Michael queria mostrar-me o seu teatro privado recém-concluído com cadeiras de veludo vermelho. E eu vi que seu suéter azul combinava com  a cor vermelho-escuro dos assentos e pedi  para ele se sentar como se estivesse assistindo a um filme.



Qual o filme?”ele me perguntou.

Eu disse:”Isso não importa. Qualquer filme serve”
Mas Michael insistiu:”Todd, você tem que me dizer o filme que eu assisto,se você espera uma reação de mim.”
”Bem, que tal uma comédia de Charlie Chaplin?”eu sugeri.
Qual delas são tantas você sabe”, disse Michael.
Felizmente o meu assistente me ajudou dizendo Times me”Modern.”
Michael respondeu:”OK, mas em que parte ?.
E eu respondi um tanto irritado: ”Michael, é uma comédia, você só tem que rir”
Já era tarde e estávamos todos cansados ​​e irritados com facilidade, mas Michael estava tendo um seu grande momento.
Bem para começar ”se você quiser me fazer rir, então tem que me contar uma piada.
”Mas eu te disse para fingir que você está assistindo a um filme. O que você mais quer?”, disse já cansado.
Estava quase desistindo quando fiz um sorriso bobo palhaço que o fez rir.

Quando Michael estava cercado por sua família e amigos, e ele se tornava um malandro, brincalhão e piadista. Às vezes ele me telefonava, disfarçava a sua voz, criava um nome e me pedia para fazer algo tolo. Ele poderia imitar uma variedade de vozes e pregou muitas brincadeiras em  mim.
Uma vez eu tirei fotos dele enquanto ele estava na cama porque estava atrasado para uma reunião e eu o flagrei a não querer se levantar.
Ele me dizia assim “Todd, eu vou te pegar por isso!” E ele o fez.
Eu tinha esquecido tudo sobre o que aconteceu e um dia enquanto ele estava realizando uma noite ele me disse para ficar em um local específico para tirar fotos dele quando ele começasse  a cantar uma música.
Eu fiz como me foi indicado. Assim, bem antes de eu ir tomar a minha posição, Michael  cai de costas  e começa á dizer: “Me ajude, me ajude! Eu preciso de alguma mulher para me toque!” e toda mulher naquele lugar desabou sobre mim.
Eu estava entre eles, e não tive uma chance sequer e ele me deu essa aparência, ‘Eu peguei você’.
Depois, eu disse :Você acha que é tão bonito, e ele disse: “O que quer dizer, Todd?
Como assim  Mike  essas pessoas estavam me esmagando e tudo que ele disse: “Todd, o espírito só me leva, por vezes, e o espírito me levou.”
Então eu soube que ele estava se vingando e que foi a última vez que eu pisei fora da linha com ele.
Para os fãs, A Chronicle Books lança Michael Jackson: antes ele era Rei,uma coleção de 100 imagens, a maioria nunca antes vistas, tiradas por Todd Gray, que era fotógrafo pessoal de Jackson, durante o período de ouro entre 1974 e 1983, assim como Jackson floresceu no estrelato internacional sem precedentes, mas antes de se tornar isolado como o rei do pop. Gray documentava Jackson nas performances, para capas de revistas, em turnês, em casa e no lazer. Gray tinha acesso pessoal ao Michael privado, com sua família e seus fãs, bem como a sua incrível carreira fazendo performances ao vivo e as filmagens de “Beat It”.Conforto, sinceridade, e pura alegria brilha nas imagens.
Michael Jackson: Antes Ele era o Rei captura a estrela da maneira que seus fãs vão querer se lembrar dele.
Livro de Todd Gray Antes Ele era o Rei ,traz informações exclusivas deste período com o cantor. Legendas, introdução e narrativa por Gray adicionam contexto às imagens e, juntas, criam um retrato íntimo de Michael em seu auge criativo.
Este livro é uma contribuição vital para a história desta estrela internacional e obrigatório para os fãs de todas as idades.
Após uma sessão de fotos dos Jackson 5, o autor diz que Michael Jackson queria que ele fosse seu fotógrafo pessoal. O resultado: uma coleção de imagens, tiradas entre 1974 e 1984, que revelam o futuro rei do lado emotivo do Rei do Pop.

Entrevista com Todd Gray
Por Vanessa Werts
BMIA.com: Mais de duas décadas se passaram desde que você era um fotógrafo pessoal de Michael Jackson. Alguma vez você pensou liberando a coleção 100 imagem antes de sua morte?
Todd Gray: Eu comecei a trabalhar neste livro, em maio de 2008, bem antes do anúncio dos seus concertos em 02, em Londres. Eu senti que era  o tempo certo. Esta foi a minha terceira tentativa de publicar um livro de fotografias de Michael. Em 1985 e 1993, organizei uma proposta e fez um par de arremessos de editoras, mas a resposta foi mínima.
BMIA.com: Considerando a sua conexão pessoal com o ícone, era uma experiência emocional para colocar o livro em conjunto?
Todd Gray: Eu não tenho uma conexão pessoal com um ícone, eu tinha um relacionamento com um ser humano muito talentoso, um amigo, um indivíduo. A emoção que senti depois de ouvir de seu falecimento foi posta em foco a cada vez que uma conversa repetida ou experiência que compartilhamos juntos há 25 anos atrás. As fotografias que eu estava trabalhando com as cenas feitas em minha memória mais vívida, ampliando as minhas emoções. Às vezes eu perco tempo olhando para algumas das fotos, perdido nas minhas lembranças do passado.
BMIA.com: Se você, por favor partilhe um detalhe íntimo ou de facto sobre Michael Jackson, que só pode ser realizado através da observação e disse-lhe através da lente de uma câmera.
Todd Gray Michael era extremamente tímido e auto-consciente na frente da câmera. Demorou cerca de dois anos trabalhando com ele, conectando e estabelecendo um relacionamento. Uma vez que isso aconteceu, eu percebi como ele ficou relaxado em frente da câmera, ele não sente a necessidade de pose, que se sentiu relaxado o suficiente para ser ele mesmo, sabendo que eu tinha a habilidade de criar uma fotografia atraente dele. Ele confiava em mim o suficiente para ser ele mesmo.
BMIA.com: Entre os anos de 1974 a 1983, o que na sua opinião, qual o momento mais feliz na vida de Michael Jackson?

Todd Gray: Michael era mais feliz no palco, tocando na frente de uma platéia. Em 1983, quando ele comprou a casa de Encino de seu pai e remodela-la  e “Thriller” ai ele começou a decolar. Eu estava perto da casa á fotografá-lo e ele estava andando como dois pés fora do chão, ele estava tão feliz. Foi contagiante.


Fonte: http://www.themjifc.com/forum/michael-jackson/13682-photographer-todd-gray-about-mike.html

            MAIS FOTOS DE MICHAEL POR TODD GRAY